domingo, 8 de fevereiro de 2015

Transformando o BLOG

Minha ideia inicial com o blog era contar a História da EF Maricá. No período de criação desse blog o TGVBR estava fora do ar e o Trilhos do Rio estava em incubação. Era necessário um local para registrar as informações sobre a EFM. Como o mundo da voltas, o Eduardo Margarit fez um TCC espetacular sobre a EFM e o IPHAN concluiu a restauração da Estação de São Pedro da Aldeia. Assim o blog foi ficando um pouco de lado. O TGVBR retornou e o Trilhos do Rio nasceu. Surgiram páginas no Facebook que abrangiam muito mais conteúdo sobre a história de São Gonçalo e com isso da EFM também. Logo, comecei a falar sobre ferreomodelismo aqui. 

Percebi que o EF Maricá era muito mais pessoal, aonde eu poderia desenvolver parte das minhas ideias e com isso dá a minha cara aqui. O próximo passo é transformá-lo em literário e nerd. Como gosto muito de coisas do estilo Star Wars, Star Trek, Marvel, Asimov, Clark entre outras coisas. Agora para encerrar o assunto, hoje é o aniversário do grande John Willians, o homem que levou músico e emoção para fazer de Star Wars um grande sucesso. E Indian Jones também.









PORRADA!!! PORRADA MESMO!!! UMA PORRADA DE IDEIAS!!!


Bem, tá difícil essa vida e parece que eu só apareço aqui quando fica mais difícil mesmo. Eu tenho tido pouco tempo e ânimo para mexer com o modelismo, em especial com o ferreomodelismo. Até minhas leituras estão atrasadas e estou muito disperso com certas atividades. Ainda existem projetos em que me animo, pesquiso, compro material e não executo. Ou seja, dinheiro e tempo desperdiçados e frustração galopante no meio peito.

Agora vamos deixar de chorumelas (com x ou ch?) e cair nas ideias que são bem melhores:

Projeto Alpha - G12 EFVM

Comprei uma G12 usada do Mister KNA, ela era antiga e tem aquele esquema elétrico antigo que não possui placa, no lugar são bastões de cobre. Ela veio faltando os pega mãos, parte da cabine solta, lâmpada solta e somente com uma adaptação para um engate Kadee e um leve envelhecimento. Meu projeto foi executado com paciência e teve um bom resultado. 

Primeiramente fiz uma limpeza do motor, das rodas e das engrenagens do cardã além de uma boa lubrificação. Depois parti para uma maior abertura da corneta da buzina e do pequeno conserto da cabine. Pensei em colocar um maquinista, mas desisti. Em segundo lugar, instalei os limpa trilhos e o adaptador para engate Kadee que são vendidos pela Microtransport. Comprei junto com um amigo, assim o preço do frete é bem mais em conta,

Após instalar o adaptador vem a dor de cabeça, seguindo o manual do fabricante o engate recomendado é o Kadee nº5. Para isso é necessário que se remova as alças da caixa do engate e dê uma lixada na caixa para diminuir sua espessura. Após o procedimento, o conjunto do engate entra com pressão e você pode colar por trás do adaptador um pedaço de estireno ou metal para que fique ainda mais firme. Ah se fosse assim! Como o meu mundo seriam um grande jardim.

Começa o desespero. O conjunto engate é muito maior do que o buraco no adaptador. Algo em torno de 3 mm para cada lado, 1,4 cm maior tornando impossível o procedimento de lixar a caixa. Uma cirurgia na caixa do engate seria necessária e urgente. Pois não adiantaria ter colocado o adaptador para ter que colocar o engate tipo alça. Testei em uma sucata e vi que a cirurgia na caixa era impossível e o fabricante não aconselhava que lixasse o leito do engate e isso alteraria gravemente a altura final do engate.

O problema do conjunto Nª 5 da Kadee é que ele depende de se ter um apoio para que o engate funcione corretamente, não adiantaria em tentar colocar a mola e o engate somente no buraco, pois no primeiro serviço a locomotiva iria embora banguela. Não seria possível colar o conjunto sem a caixa no buraco porque iria prender a própria mola. O jeito seria arrumar "um jeito" de travar todo o conjunto no adaptador. Eis que surge uma ideia, utilizei um pedaço da grade do kit do próprio engate. Tive que cortar e lixar para que ficasse na espessura correta. Assim travaria a mola, o engate e a tampa, porém nem tudo é conforme queremos. Utilizei um pedaço da grade em que vem presas as partes plásticas do engate. Cortei no tamanho correto e lixei até a espessura em que entrasse o parafuso do Kadee. Isso travou o conjunto, mas eu não conseguiria colar o engate e ele não ficava bem preso com pressão no berço do adaptador além de não dar a altura correta pois ficava mais baixo e a alça do engate agarrava nos dormentes. Tive a brilhante ideia de cortar uma lata de cerveja e utilizar o alumínio para moldar a caixa do engate. Deu certo e ainda coloquei um L feito com o alumínio preso na parte traseira do engate.

Mesmo esse "tapa" tem algumas dores de cabeça, na verdade não são dores de cabeça mas "considerações finais" que merecem um estudo. A princípio, utilizei tinta enamel tonalidade preto locomotiva da Asgard -Rio (falarei em outro tópico) e como os limpas trilhos e adaptadores são feitos em resina, a tinta demorou a pegar, mas não achei necessário utilizar primer ou outra tinta para ancoragem. Demorou um pouco para cobrir porém ficou um bom resultado,

Continuando com as considerações finais, a cola para fixar o conjunto foi a epóxi que também é conhecida como durepox líquido, São duas partes que depois de misturadas formam uma cola forte e de cura mediana (umas 4hs), Diferentemente da cola fusora e do cianocrilato, a epóxi é indicado para colar resinas e possui uma qualidade mecânica muito boa depois da cura, permitindo que as peças não soltem caso ocorra algum impacto. Já o cianocrilato pode soltar com alguma pressão mecânica na região de contato da cola.

O resultado final foi muito satisfatório, me deu ânimo para fazer outros projetos e o prazer que o modelismo quando bem feito nos dá. É claro que nem tudo foi completo. Pois terei em breve o update ou retrofit desta máquina que será a instalação de uma placa DCC com faróis de LED com alto brilho.

Ao terminar este texto, descobri que se escreve “churumelas” e “chorumelas”. Mas tá valendo, o mais importante é escrever.


Um abraço férreo para todos.






sábado, 28 de junho de 2014

O dia em que eu morri!!!!

Meu tempo tem ficado bem escasso. Alguns e-mails não são mais lidos e nem respondidos. O trabalho engrenou legal e por fim, EU CASEI.

Me mudei também e, com isso, fiquei sem espaço para uma futura maquete. Embora eu pretenda construir uma pequena maquete de 1,20m por 0,90m que posso considerar como sendo um diorama funcional (um oval com um desvio morto) em escala HO. Mas confesso que a ideia já foi pro saco de lixo a muito tempo. Ano passado houve um pequeno rebuliço para que fosse construída uma maquete coletiva aqui no Rio, mas a ideia não foi pra frente pois houve mais palavras e promessas do que ação. Foi feito um esforço de uma parte, mas o grupo que tinha se formado queria atropelar tudo e acabou sendo mais ideia indo pro saco.

O fim de 2013 e o primeiro semestre de 2014 não ficaram tumultuados, como eu curto muito fazer obra e me dedico a isto, não faltou serviço na casa nova. Todo final de semana e feriado eu estava empenhado em alguma tarefa como lixar e pintar uma porta, instalar uma prateleira, uma tomada... e olha que a casa é bem pequena. Com isso acabei tendo pouco dinheiro para colocar no modelismo, pois as despesas com a casa foram grandes e até o momento tem uma ou outra coisa para comprar. Mas descobri o prazer de fazer algumas coisas com madeira e isso já me rendeu bons elogios e expressões do tipo: "Foi você mesmo que fez?!" "Não brinca, nem parece que foi você."



Tá, chega de bravatas, se eu ficar contando o que já aconteceu irei encher páginas e mais páginas e deixarei vocês de sacos cheios como estórias insossas da minha vida. Vamos focar no título da postagem neste momento...

... Acontece que algum engraçadinho (que é um conhecido próximo) divulgou nas listas de discussões de ferreomodelismo e modelismo que eu havia sofrido um acidente e partido para o além... Ou seja... Que eu havia embarcado naquela motoca da pegadinha da caveira e ido para as profundezas do além. Isso foi algo muito ruim, deu um susto desagradável em muitos amigos eme deixou com uma sensação muito grande de mal estar. Tive que me controlar quando eu descobri quem foi, pois quase mandei ele para as profundezas do além.

Mas até esse momento em que escrevo estou muito bem e isso é o que conta.

Fiquem agora com a caveira na moto:


Em breve tem mais novidade.

 


Tirando um projeto do papel.

Não se assustem com essa imagem. Não é o Drº Frankenstein criando nada, só estou começando um projeto que a muito está engavetado.



                                                        Aguardem que vem novidade.

Atualização em 05/02/2015: Este projeto está engavetado ainda,

domingo, 27 de outubro de 2013

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Museu do Trem


No dia 04/05/13 realizei um sonho que tinha desde de criança. Conhecer a Baroneza, não uma mulher baroneza mas a Locomotiva n° 1 do Brasil que transportou o Império rumo a modernidade e projetou o Brasil nos trilhos do progresso. Fui ao Museu do Trem do RJ que reabriu este ano após estar fechado desde de 2006. 



O Museu foi covardemente espoliado de parte do seu terreno para a construção do Elefante Branco do Engenhão, porém, através do esforço do Sr° Bartolomeu Del Rei, foi reaberto este ano e funciona de terça à sexta das 10:00 às 15:00. Fica localizado na rua Arquias Cordeiros n° 1046 - Engenho de Dentro. Bem em frente a Estação de Engenho de Dentro.








terça-feira, 16 de abril de 2013

Trilhando

Participei na semana passada do I SINGPAD do CONARQ, este tipo de evento serve como auto-ajuda profissional pois apresenta um panorama sobre o futuro profissional e ajuda a sanar aquelas dúvidas técnicas. Foi muito proveitoso e que venham os próximos. Aproveitando que eu estava no Arquivo Nacional, resolvi fazer uma pesquisa sobre a EFM e sobre a Misteriosa Estrada de Ferro de Cabo Frio.

Ontem eu estive em contato com os mapas descritos no SIAN, foi sensacional. Pedi a digitalização de quase todo o material. Lá pude observar detalhes importantes sobre a EFM e ainda descobri que em diversas estações havia um triângulo de manobras. Em breve mais informações.

No sábado estive na ABPF-RJ para botar meu trem para rodar e visitar o pessoal também. Vi que estão realizando obras na maquete. Pena que não pude ficar mais tempo, mas foi suficiente para ver a SD40-2 em movimento.

 Um Cargueiro Geral com uma U23C da RFFSA.

                                          A frente deste cargueiro com a U23C na cabeça.

 Maquinista atrasado passa ao fundo.

 Minha SD40-2 passando na ponte...

 e aqui com velocidade.

 O trem lá no fundo

 Esse é um dos trechos que eu mais gosto na maquete.

Aguardando a liberação.

O fotógrafo pulou a cerca para registra-la mais de perto.

Teve que parar por alguns instantes no pontilhão.

Ué a Santa Fé parada no Brasil?!

Passando pela REDUC.

Aqui não é o ponto de parada.

Saindo do Túnel.

Pausa para a foto

Essa está parada aí sem passageiros.

Chegando no destino final.

Última foto.